Alô galera de cowboy, vocês viram que arraso é o novo clipe da banda Maroon 5? Lindíssimo! 

Adam Levine depois de fazer uma curta cena em American Horror Story resolveu partir para o abraço e esbanjar seu lado psicopata, endeusou né? Um gato! miaw! .-.

Confere aí que a coisa está boa! Boa não, ótima! E para quem ainda não viu, vai querer ver depois de ler…………….. CENAS QUENTÍSSIMAS! CORRE GATA!

Desistir de algo/alguém não significa, necessariamente, que você perdeu o interesse; que você deixou de gostar. Às vezes, abrir mão de algo/alguém é preciso. É necessário para estar bem consigo. É necessário pôs reciprocidade é essencial.

Limpando a Sujeira

Ele arrumou a casa, limpou a sujeira. E toda poeira foi varrida para de baixo do tapete para que ninguém mais veja, para que ninguém mais saiba. Só ele. Chamou um rezadeira para livrar sua casa de todo mal que o rodeava, aliás, superstição era o seu segundo nome.

Foi a cozinha preparar um banquete cheio de tudo. E um pouco de quase nada. Deu parar entender? Acho que não. Pois nunca dá. Mas era exatamente assim sua vida: de um lado, caos. D’outro, incompreensão cegada por egoísmo e apatia.

- E ele?

Ele nunca imaginou que alguém entraria em sua vida feito um furacão. Bagunçado sua casa e deixando seu tapete enrolado, de lado. Deixando toda poeira se espalhar pelo chão da sua casa; indefeso. Parecia uma criança dizendo ao seus pais que faria prova de recuperação por não ter conseguido atingir a nota; desapontado; decepção.

- E o banquete?

Tua janta foi solidão. Tua bebida, saudade misturado com um vinho barato qualquer para amenizar a frustração.

Cansei

Uma hora, mesmo que isso dure um longo tempo, a gente cansa. Envelhecemos a cada dia e amadurecemos com o tempo. Não prestamos mais atenção, não perdemos tempo com coisas que não vão nos acrescentar. E muito menos batemos boca com quem não vale à pena. Essas ‘coisas’ cansam. Falar, dar sinais, avisos prévios, correr atrás. Tudo isso e muito mais. Na real? Viver, às vezes, cansa. Mas aí você desperta e vê a baboseira que é o teu pensamento. Tão de merda. Tão mesquinho. Tão mimado, digamos.
As pessoas me cansam. Nunca está bom quando se está ótimo. Elas gostam de ver suas vidas desmoronar. E fazem do “fim do poço”, festa. Pega a tristeza e dança. Elas gostam de sofrer. Solidão é a morfina sem bula, sem receituário. Sem nada. Literalmente. E isso cansa. A rotina cansa. A felicidade, mais ainda. E eu tô cansada de estar cansada de tudo. Das pessoas e principalmente de suas atitudes. Cansei.

Saber voar.

Queria aprender a voar. Não apenas para me jogar do alto da montanha ou, quem sabe, da janela do meu oitavo andar. Queria voar para sentir o vento insano rasgando e queimando meu rosto. Para voar mundo a fora sem lar, sem prazo de volta nem de ida.   Ter a sensação que o coração vai pular da garganta para dançar qualquer música
agitada. E não digo da mesma sensação que você sente quando quase é atropelado por uma bicicleta, um ônibus ou qualquer outra coisa. Digo, sobre a sensação de liberdade que poucas pessoas conseguem sentir.

7:00

Viagem longa, felicidade curta. A paz surge e o estresse e a tensão se vai – amém. A garota do ônibus não consegue pagar a passagem, o trocador, releva e deixa passar. E é uma atrás da outra. A cabeça que explode e o coração que se esvazia. E assim vai… Uma loucura atrás da outra. O caminhão do “hospital das panelas”
continua no mesmo lugar de 8 anos atrás. O circo continua instalado no mesmo local de 9 anos atrás, rodando a região serrana que permanece igual há mais de 10 anos. Não mudo de melhores amigos, não me mudo, não mudo.