Muito além do sofá

Abrace sua loucura antes que seja tarde demais.

Speak, See, Remember

Eu gosto de falar sobre o amor, sobre o que eu sinto quando sinto que estou amando. E sobre o que me torno quando amo. Eu gosto de falar sobre tudo e sobre nada. Desde como o céu está bonito até como ele está feio. Feio? Nunca. Até mesmo com suas nuvens pesadas e leves, suas nuvens em si. E como, uma hora, tudo aquilo que escurece o céu e tira o brilho, vai passar. Como sempre passou e passará.

 Gosto de falar do universo, não de quem criou – se é que alguém criou ou se simplesmente era pra acontecer – Mas sim, do quão bonito ele é. Tantos detalhes que nos deixam escapar, tantas loucuras que ninguém cabe a explicar. Bem como eu sou. Bem como você é. Bem como nós somos e surgimos; inexplicável. Assim como o surgimento do mundo.

Sobre dormir demais e minhas manias que ninguém me perguntou.

Quem realmente me conhece, sabe que nunca gostei muito de dormir. E que, na maioria das vezes, durmo cedo pra acordar cedo. Assim como sabe também que tenho uns lances estranhos, como por exemplo:  Arrancar os cabelos (da cabeça, sobrancelha e nariz), por ansiedade. Se eu estiver na rua indo pro lado esquerdo, só consigo andar do lado direito. E se eu fizer o sentido contrário, mudo de lado. Não durmo com os pés cobertos, não consigo dormir com pernas em cima das minhas, não durmo direito depois das 2 horas da madrugada por ter medo de qualquer coisa e, por fim, de vez em quando, aposto corrida (só que andando) com carros até chegar à um poste.

 

Mas voltando ao assunto…

 

 Sempre achei que dormir demais fosse perda de tempo,  desperdício de vida. Embora de vez quando faça bem.  

 

Dormir demais é como se fizéssemos uma viagem pra onde nunca fomos e não aproveitássemos nada.

Importante se lembrar

  1. Lembrar de não se esquecer.
  2. Esquecer o que não é para ser lembrado.

Sofá D2.

 Abra a porta, entra e sente nesse sofá de dois lugares.Toma uma xícara de café, leia um bom livro e vamos debater sobre. 

Acendo a lareira, mas continua frio. A noite está bonita e, quando você ver uma estrela cadente, faça um pedido. Lembre de mim. 

Abra sua mala, desempacote suas caixas e faça do meu peito, tua moradia.

Use seus olhos como câmera, memorize cada detalhe e aprenda comigo coisas que nunca te ensinaram. Pois farei o mesmo. 

Enquanto os canais de TV estão mudando, continuamos aqui parados, assistindo filmes alugados e cansados de tanto caminhar milhas e milhas para encontrar o lugar que parece certo. 

Não importa se te levem para longe, você sempre voltará para casa. Pois este teto e esse sofá de dois lugares, é o que te mantem aquecido depois de uma tempestade. 

Sem título.

Nunca sabemos o que a gente quer, até alguém ir embora.

Júlia

E sua mania de fazer tudo dar errado, não ter um acerto e conseguir passar vergonha sempre. 

 

 

IT’S OK!

THE PRETTY RECKLESS NO RIO DE JANEIRO

     Fui ao aeroporto Santos Dumont tentar a sorte de conseguir encontrar o Ben, Mark, Jamie e por fim, a principal,  Taylor Momsen – tentativa frustrada; vieram de ônibus!

Conheci pessoas muito legais e até reencontrei algumas pessoas que eu lembrava vagamente de ter visto no show da Avril com amigos meus.

Fui em casa e cheguei na fila por volta de umas 13h50 e a fila estava dando voltas nos arcos da Lapa. A organização da fila foi calorosa e estressante, mas eu tirava boas risadas daquilo.

Foram 6 horas de espera na fila e 9 meses à espera do show desde quando começaram a vender os ingressos, em novembro – que eu lembre – de 2011. Para ter duração de 1 hora e estourando uns 10 ou 20 minutos. E torna-se inesquecível!

Eu era a 9ª da fila, peguei grade. E quando as luzes se apagaram e o Jamie entrou no palco, depois o Mark e em seguida o Ben percebi que aquilo que eu esperava estava prestes a começar. Taylor apareceu!

Mais magra que por foto, mais linda que o normal! ABSURDA! Falava coisas em português e

 

CARA, TÁ TOCANDO NOTHING LEFT TO LOSE!! MINHA MÚSICA PREFERIDA!! SOCORRO!!!!

 

Aí o show acabou!

 

VALEU À PENA CADA CENTAVO!!! VOLTA!! 5 DE AGOSTO DE 2012.

 

 

passou tão rápido…

LIXO

Opa! Tô assim, sei lá. Muita coisa pra escrever, muita coisa pra falar e até agora eu não consegui botar em ordem as palavras para que eu consiga conversar comigo mesma e resolver 1/3 de meus problemas pessoais.

Tô de parabéns!

Vinicius.

Faz 17 anos que o tenho ao meu lado – espero que nunca saia. De uns anos pra cá eu sinto como se eu o perdesse, como se você estivesse cada vez mais longe; até desaparecer e tocar a vida a diante sem minha presença.

As coisas sempre foram fáceis pra gente, mas como mamãe sempre dizia que nem sempre as coisas saem como a gente quer, dificultávamos a nossa comunicação com brigas sérias, desperdiçando lágrimas com discussões e tapas inúteis.

Confesso que sinto falta de você pedindo pra eu dormir ao lado teus pois havia algo que estava perturbando-o na madrugada. Do vídeo game e de seus jogos; da minha perda e da minha falta de atenção. Tô sentindo falta do ”não faz isso”, ”você tá fazendo errado, é assim.”. Tô sentindo falta de como você era.

Dias parecem anos e quanto mais o tempo passa, menos comunicável você fica. Insuportavelmente é a tua presença e que falar de coisas boas já não é o suficiente afinal, no final da conversa só sabemos apontar o dedo na cara um do outro para contar defeitos.

Papai e mamãe gostam de nos ver abraçados, acham uma raro momento, uma beleza. E pedem ”pelo amor de Deus” que fique tudo calmo em casa. Mesmo sabendo o fim. Mas é esperança né? Esperança de algo melhor, de uma comunicação afável.

Te amo, cara. Jamais vou querer teu mal. Não se esqueça disso.

Quero um tempo pra mim mesma.

Quero um tempo; Um tempo pra eu parar de pensar no que passou, no que vai passar.

Quero dar um tempo para os pensamentos negativos, parar um segundo de pensar.

Quero dar tempo ao tempo e parar de me apressar.

Não quero viver por viver, sonhar por sonhar.

Quero correr, quero gritar.

Quero viver, quero sonhar.

Quero correr riscos, me desesperar.

Sair por aí como se eu não tivesse um lar.

Quero aprender com meus erros.

Quero cair e ter disposição pra levantar. 

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